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INTRODUÇÃO


Desde minha infância fui apaixonado por coisas científicas e uma das coisas que mais me fascinava eram as estrelas e não entendia que naquela imensidão de espaço Deus só tinha colocado vida neste nosso planeta, Terra.
Isso me deixava muito intrigado e procurei através da leitura descobrir algumas verdades que não eram conhecidas ou pelo menos divulgadas nas escolas.
Além da curiosidade normal de um menino existia uma vontade muito intensa de estar lá nas estrelas, de poder participar mais de perto daquele evento de Deus.
Não que na terra a vida fosse desprezível, mas pelo puro prazer da curiosidade, da descoberta.
Muitas vezes nas brincadeiras de criança, eu e meus amiguinhos, brincamos de discos voadores e de armas intergalácticas.
Na verdade, acredito que não fui só eu que quando criança viveu este tipo de brincadeira.
Fazíamos armas com pedaços de pau ou talo de mamona, imitando pistolas a laser que víamos nas estórias em quadrinhos. Procurávamos também na medida do possível construir naves espaciais (discos voadores) com pedaços de madeira e papelão.
Foi uma fase muito feliz em minha vida, mas isso me despertou mais a curiosidade para este lado cientifico, pesquisador.
Logo que terminei os estudos básicos do secundário, queria fazer a faculdade de física, mas infelizmente pelas necessidades financeiras de minha família acabei optando por outro estudo que renderia mais rapidamente uma profissão e um emprego.
Independente disso, nunca desisti de ler a respeito de discos voadores, naves espaciais e extra terrestres.
Poderia ser uma bobagem imensa tudo isso, pois não haviam provas da existência de tais naves ou de tais ETS.
Mas, como Deus é sábio, frustado, não me decepcionou. Pude pela primeira vez ver um disco voador quando tinha 17 anos de idade, aqui em São Paulo na casa dos meus pais.
“ Era uma noite fria, véspera de São João no ano de 1967. Eu, minhas irmãs e meus amigos estávamos numa festa junina no bairro a uns dois quarteirões de minha casa, quando resolvemos ir até lá pegar alguns fogos de São João.
Fomos até em casa e pedi para todo o pessoal, estávamos em sete pessoas, fazer silêncio porque o meu pai estava dormindo.
Ele não tinha ido na festa, pois havia trabalhado o dia inteiro e estava muito cansado.
Quando entramos portão a dentro um dos meninos falou a nós todos para olharmos um objeto estranho que pairava no céu numa direção perpendicular a cerca de mil metros mais ou menos.
Como eu fui o primeiro à entrar portão adentro fui o último a perceber o objeto estranho.
De repente me viro e para minha surpresa levei um susto tremendo, pois alí na minha frente estava um objeto não conhecido no planeta terra e que começamos a chamar de disco voador.
Todos nós ficamos com medo, mas ficamos atentamente observando o movimento por cerca de dez minutos.
O interessante deste veículo espacial e que ele era redondo e em volta dele circundavam numa seqüência lenta, luzes vermelhas, amarelas e azuis.
Pudemos perceber que o objeto tinha a forma de um pires de cabeça prá baixo.
Percebemos com o tempo que existiam, em volta da parte superior, luzes que saíam de janelas pequenas, como de um avião de passageiros.
O objeto estava alí, parado, e permaneceu por cerca de cinco minutos totalmente estático.
Apesar de assustados ficamos observando.
Não tínhamos máquina fotográfica para registrar o evento e só ficamos na observação.
Depois disso para nossa surpresa o objeto começou a se deslocar lentamente e pudemos perceber que era um disco voador.
Deslocou-se horizontalmente, para uma nova posição acerca de 200 metros, mais ou menos, de onde estava, indo da direita para a esquerda.
Parou novamente e ficou, nesta nova posição, mais alguns minutos.
De repente, numa fração de segundos, como um raio, ele começou a se movimentar mais rapidamente na mesma posição e fez um ângulo de 90º graus indo em direção ao céu e desapareceu.
Ficamos super excitados e acabamos acordando meu pai.
Levei uma bronca daquelas e logicamente ele não acreditou em nossa estória.”
Voltamos à festa, contamos para algumas pessoas, e todos acharam um absurdo nossa estória e considerarão que tínhamos inventado a estória para nos divertir.
E de fato era real, tinha acontecido, ali bem de baixo de nossos narizes, e tínhamos certeza que não era um sonho, ou uma fantasia coletiva.
Essa foi a primeira vez que ví um disco voador de perto e a partir daí fiquei muito curioso com o assunto e comecei a ler tudo que era possível, apesar de minhas pequenas posses na época.
Hoje resolvi montar um site sobre discos voadores, ets e assuntos espaciais, que é este projeto, que batizei com o nome de “projeto vega-ufo” .
Tive mais três avistamentos em minha vida que vou contar dentro dos relatos sobre ets e ovnis.
E espero, de coração, poder partilhar tudo aquilo que apreendi em minha vida nestes estudos e leituras, trazendo uma síntese daquilo que acho melhor na ufologia.




Vicente Chagas





Este é mais ou menos o modelo de disco
voador que avistei em 23 de junho de 1967.